A reabilitação de pacientes amputados envolve diferentes estratégias terapêuticas, incluindo o treino de marcha com dispositivos auxiliares, o ensino de transferências funcionais e a utilização de tecnologias assistivas. Esses elementos são fundamentais para promover independência funcional, segurança e reintegração social do paciente.
O fisioterapeuta deve compreender os diferentes padrões de marcha com muletas, selecionar o mais adequado para cada condição clínica e orientar corretamente o paciente quanto às transferências e ao uso de recursos tecnológicos, garantindo um processo de reabilitação eficaz e individualizado.
SA, Fabiana Nonino de; NASCIMENTO, Juliana Rosa. Órtese, Prótese e Reabilitação Funcional. Florianópolis, SC: Arqué, 2026.
Analise o caso clínico abaixo:
Paciente J.R.S., 62 anos, sexo masculino, aposentado, submetido à amputação transtibial direita há 3 meses, decorrente de complicações do diabetes mellitus. Encontra-se em fase de reabilitação pré-protetização, apresentando boa cicatrização do coto. O paciente apresenta força muscular reduzida em membros inferiores, principalmente no lado residual, equilíbrio diminuído e insegurança durante a marcha.
Atualmente, realiza deambulação com auxílio de muletas axilares e refere dificuldade para se locomover com segurança, além de medo de quedas. Durante as atividades funcionais, apresenta dificuldade para sentar e levantar de cadeiras, necessitando de apoio constante. O paciente demonstra motivação para reabilitação, porém relata cansaço ao utilizar as muletas por longos períodos.
Com base no conteúdo estudado e na leitura do caso clínico apresentado responda as questões a seguir: