MAPA - EESP - TECNOLOGIA ASSISTIVA PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA - 54_2026

 

Olá, querido aluno! Seja bem-vindo ao seu MAPA. Nesta atividade, ninguém ficará apenas observando: você será desafiado a analisar barreiras, tomar decisões, construir uma solução e demonstrar, por meio de evidências, como a Tecnologia Assistiva pode favorecer a participação pedagógica. Vamos iniciar?​

Almeida (2023) explica que integrar o estudante ao ambiente não equivale a reorganizar os recursos, as metodologias e as estratégias para que ele participe com funcionalidade e autonomia. Na mesma direção, Conte e Habowski (2022) defendem que a Tecnologia Assistiva e o Desenho Universal para a Aprendizagem devem estar articulados às práticas pedagógicas e às diferentes formas de aprender, não podendo ser compreendidos como acréscimos isolados destinados somente a determinados estudantes. Dessa maneira, um ambiente pode permitir a entrada e, ainda assim, conservar barreiras físicas, comunicacionais, informacionais, tecnológicas e metodológicas que impeçam a compreensão da tarefa, a manipulação dos recursos, a expressão de decisões e o acesso ao retorno de aprendizagem.
Bersch (2017) esclarece que um recurso não se torna Tecnologia Assistiva apenas por ser adaptado, digital ou sofisticado. Sua classificação depende da finalidade, do contexto de utilização e da capacidade de ampliar habilidades funcionais, independência e participação. Ao investigarem recursos empregados em contextos educacionais, Santos, Rezende Junior e Ferraz (2024) identificaram a utilização expressiva de soluções de baixa complexidade e baixo custo, mas também dificuldades relacionadas à formação docente e à continuidade de seu uso pedagógico. Esses achados demonstram que materiais simples podem ser relevantes quando respondem a necessidades concretas, embora sua presença, por si só, não assegure a inclusão.
No âmbito das políticas públicas, Brasil (2021) apresenta a Tecnologia Assistiva como uma área que envolve pesquisa, desenvolvimento, inovação, produção, acesso e acompanhamento de produtos e serviços. Essa perspectiva complementa a Lei Brasileira de Inclusão, que define a acessibilidade como condição de alcance e utilização, com segurança e autonomia, de espaços, mobiliários, equipamentos, informação e comunicação. A legislação também reconhece diferentes dimensões das barreiras e compreende a Tecnologia Assistiva como um conjunto que inclui produtos, equipamentos, dispositivos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços destinados a promover funcionalidade, participação e autonomia (Brasil, 2015, art. 3º; Almeida, 2023, p. 12-13 e 69-71).

Fonte: ALMEIDA, Nadia Josiane Rockenbach de. Tecnologia Assistiva para a Educação Inclusiva. Florianópolis, SC: Arqué, 2023.
BERSCH, Rita. Introdução à tecnologia assistiva. Porto Alegre: Assistiva, 2017. 20 p. Disponível em: assistiva.com.br/Introducao_Tecnologia_Assistiva.pdf. Acesso em: 10 ago. 2026.
BRASIL. Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. Institui a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Brasília, DF: Presidência da República, 2015. Disponível em: planalto.gov.br. Acesso em: 10 ago. 2026.
BRASIL. Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva. Plano Nacional de Tecnologia Assistiva. Brasília, DF: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, 2021. Disponível em: gov.br/mcti. Acesso em: 10 ago. 2026.
CONTE, Elaine; HABOWSKI, Adilson Cristiano. Olhares sobre Tecnologia Assistiva e Desenho Universal para a Aprendizagem: encruzilhadas, intersecções, insurgências. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 35, e25, p. 1-26, 2022. DOI: 10.5902/1984686X67410.
SANTOS, Lidia Morais dos; REZENDE JUNIOR, Mikael Frank; FERRAZ, Denise Pereira Alcântara. Recursos de tecnologia assistiva para a Educação em Ciências em salas de recursos multifuncionais. Revista Educação Especial, Santa Maria, v. 37, n. 1, e55, p. 1-27, 2024. DOI: 10.5902/1984686X85089.
SARTORETTO, Mara Lúcia; BERSCH, Rita de Cássia Reckziegel. A educação especial na perspectiva da inclusão escolar: recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa e alternativa. Brasília, DF: Ministério da Educação; Secretaria de Educação Especial; Fortaleza: Universidade Federal do Ceará, 2010. v. 6, 67 p. Disponível em: repositorio.ufc.br/handle/riufc/43218. Acesso em: 10 ago. 2026.
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Materiais de apoio – consulta opcional:
Fascículo gratuito do MEC/UFC: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/43218
Portal ARASAAC: https://arasaac.org/
Aula Aberta ARASAAC: https://aulaabierta.arasaac.org/pt-pt/materiais-caa-cadernos-e-livros-de-comunicacao
Assistiva – Comunicação Aumentativa e Alternativa: ​https://www.assistiva.com.br/ca.html
Caso utilize pictogramas do ARASAAC: Pictogramas: Sergio Palao. Origem: ARASAAC – Governo de Aragão, Espanha. Licença: CC BY-NC-SA. Disponível em: https://arasaac.org/

CASO HIPOTÉTICO
Uma instituição divulgou que sua sala de aprendizagem era inclusiva sob a justificativa de que todos os estudantes conseguiam entrar no mesmo ambiente e permanecer próximos aos colegas. Durante as atividades, entretanto, alguns deles ficavam diante da mesa, mas não alcançavam os materiais, não compreendiam as instruções apresentadas em formato único ou não dispunham de meios adequados para comunicar escolhas, dúvidas, discordâncias e necessidade de pausa. Embora a presença física estivesse assegurada, a participação pedagógica efetiva não se concretizava. Os perfis abaixo não representam participantes reais nem autorizam generalizações sobre qualquer deficiência. Eles funcionam como referências para a elaboração dos requisitos do projeto e permitem verificar, exclusivamente no plano técnico, se a mesma experiência de aprendizagem oferece caminhos efetivos de acesso, ação, comunicação e resposta.

Perfil fictício

Condições consideradas

Participação esperada

Helena,
14 anos

Baixa visão; utiliza ampliação e alto contraste; necessita de boa legibilidade, controle de reflexos e orientação espacial consistente.

Localizar a sequência, ler ou acessar a instrução e conferir o próprio resultado.

Jonas,
16 anos

Utiliza cadeira de rodas e apresenta alcance reduzido e preensão limitada; consegue apontar e manipular peças maiores com apoio estável.

Aproximar-se da estação, alcançar todos os elementos e registrar uma escolha sem depender de outra pessoa.

Milena,
12 anos

Apresenta necessidades complexas de comunicação, compreende palavras frequentes e símbolos simples e utiliza prancha de comunicação de baixa tecnologia.

Solicitar esclarecimento ou pausa, fazer escolhas, discordar e indicar que concluiu a tarefa.

Fonte: elaborado a partir de casos hipotéticos, com base em Almeida (2023).

Sua missão: Elaborar um diagnóstico técnico das barreiras presentes em uma superfície real de aprendizagem; transformar as barreiras observadas em requisitos funcionais; conceber e construir um protótipo de baixo custo denominado Estação Ninguém Fica de Fora; verificar tecnicamente o funcionamento da proposta com base nos três perfis fictícios; e registrar as revisões realizadas. Ao final, o trabalho deverá demonstrar domínio conceitual, coerência entre problema e solução, capacidade de justificar decisões e compromisso com a participação e a autonomia.

A estação será um protótipo de baixo custo destinado a uma microatividade de oito a doze minutos, intitulada Barreira, recurso ou estratégia?. O estudante deverá produzir seis cartões com situações escolares inteiramente fictícias. Em cada situação, o percurso previsto deverá permitir identificar a barreira principal, selecionar uma categoria de resposta, barreira, recurso ou estratégia, e consultar uma justificativa que explique a relação entre o problema apresentado e a solução proposta. Não haverá aplicação do jogo com pessoas: o funcionamento será examinado exclusivamente por meio do percurso técnico dos três perfis fictícios.

O protótipo deverá reunir de forma integrada:

uma base estável e reposicionável, construída com papelão, placa reaproveitada, tecido antiderrapante, elásticos, velcro, tampas limpas ou materiais equivalentes;

seis cartões de situações fictícias, com texto objetivo, contraste adequado, fonte legível e marcador tátil de orientação que não dependa somente da cor;

três categorias de resposta — barreira, recurso e estratégia — apresentadas por palavras e formas geométricas consistentes;

pelo menos duas formas de seleção ou manipulação, como peça grande com pega, ponteiro, encaixe amplo, velcro, varredura por parceiro prevista no roteiro ou indicação direta;

uma prancha de comunicação com, no mínimo, as funções escolher, repetir, não entendi, ajuda, pausa, concordo, discordo e terminei;

instruções equivalentes em três vias: texto em linguagem direta; sequência visual com símbolos próprios ou devidamente referenciados; e arquivo digital acessível, organizado por títulos e compatível com leitura de tela;

um retorno de aprendizagem que explique a relação entre a barreira identificada e a resposta proposta, permitindo correção sem exposição ou punição pelo erro;

um recurso de autoavaliação com as opções “realizei com autonomia, realizei com o apoio previsto e ainda existe uma barreira”, acompanhado de espaço para indicar qual mudança seria necessária.

Regras éticas e de segurança

Esta proposta não envolve coleta de dados com seres humanos. O campo de observação será composto exclusivamente pelo ambiente vazio, pelo mobiliário, pelos objetos e pelos materiais de acesso público. Não realizar entrevistas, questionários, conversas dirigidas, testes de usabilidade ou demonstrações com qualquer pessoa. Não fotografar ou filmar pessoas, vozes, nomes, rostos, documentos, telas com dados pessoais, placas de veículos, controles de acesso ou elementos de segurança institucional. Não entrar em escolas, clínicas, salas de atendimento ou espaços restritos. Quando necessário, utilize uma mesa doméstica organizada como estação de aprendizagem.

 

PASSO A PASSO DA EXECUÇÃO

Etapa 1 — Escolha e registro do campo

Selecionar uma mesa, bancada ou superfície semelhante localizada em ambiente de aprendizagem, cultura ou circulação de informação. Registrar duas imagens do espaço vazio, uma visão geral e um detalhe relevante, ou produzir dois croquis autorais quando fotografias não forem permitidas. Informar apenas o tipo de local e o município/UF, sem endereço completo ou identificação de pessoas.

Etapa 2 — Mapa do micropercurso

Organize um quadro com os cinco momentos do micropercurso: 1) aproximar-se; 2) orientar-se; 3) acessar a instrução; 4) manipular ou comunicar uma resposta; 5) compreender o retorno e autoavaliar-se. Em cada momento, registre o que existe no ambiente, qual ação deveria ser possível, qual obstáculo pode impedir sua realização e pelo menos uma evidência física ou informacional. Evite afirmações genéricas, como “a mesa não é acessível”.

Etapa 3 — Diagnóstico e priorização

Registrar no mínimo seis barreiras distribuídas em três ou mais categorias previstas na Lei Brasileira de Inclusão. Organizar essas informações em um quadro e apresentar, para cada barreira, a categoria, a evidência observável, o perfil fictício afetado, o efeito sobre sua participação, a prioridade crítica/importante/moderada e o requisito de correção. Relacionar todas as barreiras ao campo observado; não serão aceitas listas genéricas.

Etapa 4 — Briefing funcional

Registre no quadro seis requisitos funcionais, cada um relacionado a uma das barreiras priorizadas. Cada requisito deverá indicar uma ação observável, a condição necessária para realizá-la e o resultado esperado. Utilize a estrutura: “A estação deverá permitir que…”.

Etapa 5 — Projeto e construção

Apresentar um desenho anterior à construção.

Elaborar a lista de materiais e justificar as escolhas.

Construir o protótipo.

Fotografá-lo sem pessoas e identificar cada parte por legenda.

Durante a construção, o protótipo deverá reunir de forma integrada:

uma base estável e reposicionável, construída com papelão, placa reaproveitada, tecido antiderrapante, elásticos, velcro, tampas limpas ou materiais equivalentes;

seis cartões de situações fictícias, com texto objetivo, contraste adequado, fonte legível e marcador tátil de orientação que não dependa somente da cor;

três categorias de resposta — barreira, recurso e estratégia — apresentadas por palavras e formas geométricas consistentes;

pelo menos duas formas de seleção ou manipulação, como peça grande com pega, ponteiro, encaixe amplo, velcro, varredura por parceiro prevista no roteiro ou indicação direta;

uma prancha de comunicação com, no mínimo, as funções escolher, repetir, não entendi, ajuda, pausa, concordo, discordo e terminei;

instruções equivalentes em três vias: texto em linguagem direta; sequência visual com símbolos próprios ou devidamente referenciados; e arquivo digital acessível, organizado por títulos e compatível com leitura de tela;

um retorno de aprendizagem que explique a relação entre a barreira identificada e a resposta proposta, permitindo correção sem exposição ou punição pelo erro;

um recurso de autoavaliação com as opções realizei com autonomia, realizei com o apoio previsto e ainda existe uma barreira, acompanhado de espaço para indicar qual mudança seria necessária.

Soluções artesanais serão valorizadas quando resolverem um problema concreto e demonstrarem coerência entre finalidade, perfil fictício e contexto. Um recurso simples poderá apresentar maior qualidade funcional do que um recurso sofisticado escolhido sem justificativa (Almeida, 2023, p. 108-119).

Etapa 6 — Percurso técnico por cenário

Realize, no papel, o percurso completo de Helena, Jonas e Milena pelos cinco momentos definidos na Etapa 2, sem representar fisicamente suas deficiências. Organize os resultados em um quadro com as colunas: perfil fictício, momento do percurso, classificação, evidência do protótipo, bloqueio encontrado e revisão necessária. Para cada perfil e momento, classifique a condição como acessível com independência, acessível com apoio incorporado ou bloqueada. Acompanhe cada classificação de uma evidência concreta do protótipo e, quando houver bloqueio, registre sua causa e a alteração necessária. Respostas como “está acessível” ou “atende a todos” não serão suficientes sem indicar o componente e a ação possibilitada.

Etapa 7 — Revisão e versão final

Após o percurso técnico, realize pelo menos três alterações relevantes no protótipo. Registre as três revisões em um quadro e apresente cada uma pela sequência: situação anterior, problema encontrado, decisão tomada, modificação realizada e resultado esperado. Mudanças apenas decorativas não serão consideradas. Expressões como “ficou melhor” deverão ser acompanhadas da indicação do componente modificado, da ação possibilitada e da barreira reduzida. Conclua com uma reflexão de aproximadamente cinco a seis linhas sobre a diferença entre adaptar um objeto somente depois que a barreira aparece e planejar uma experiência inclusiva desde o início. Relacione a reflexão às decisões tomadas no projeto, explicando como o protótipo procura reduzir dependências desnecessárias sem eliminar os apoios legítimos.

COMO REALIZAR A CONTAGEM DAS LINHAS
Faça a contagem somente depois de inserir a resposta no formulário oficial do MAPA, mantendo a fonte, o tamanho, o espaçamento e as margens definidos no próprio documento. Não reduza a fonte ou o espaçamento para acomodar mais conteúdo.
Considere como uma linha toda linha efetivamente ocupada pelos parágrafos explicativos, ainda que a última linha do parágrafo contenha poucas palavras.
Não entram na contagem os títulos das seções, as legendas das imagens, as informações inseridas dentro dos quadros solicitados e a lista de referências. Esses elementos, entretanto, deverão ser objetivos e não poderão ser utilizados para transferir aos quadros longos parágrafos que deveriam compor a análise.
O limite de 40 linhas corresponde ao máximo permitido, e não a uma quantidade que obrigatoriamente deverá ser alcançada. Um texto com menos linhas poderá ser adequado, desde que apresente todas as justificativas e evidências solicitadas.
Antes do envio, revise o arquivo em sua versão final. A contagem deverá considerar exatamente o documento que será anexado no ambiente acadêmico.

INFORMAÇÕES QUE DEVERÃO APARECER NOS QUADROS
Os quadros deverão reunir, de maneira sintética, as informações técnicas que sustentam o texto: cinco momentos do micropercurso; no mínimo seis barreiras distribuídas em três ou mais categorias; evidência observável de cada barreira; perfil fictício afetado; prioridade atribuída; seis requisitos funcionais; percurso técnico de Helena, Jonas e Milena; classificação de cada momento; evidência do protótipo; bloqueios encontrados; e três revisões realizadas. Respostas como “está acessível”, “ficou melhor” ou “atende a todos” não serão suficientes sem a indicação do componente, da ação possibilitada e da barreira reduzida.

SITUAÇÕES QUE NÃO ATENDEM À PROPOSTA
–apresentar apenas definições copiadas do livro ou da legislação, sem relacioná-las ao campo e ao protótipo;
-listar barreiras de maneira genérica, sem evidência observável e sem indicar seus efeitos sobre a participação;
-entregar somente o desenho ou a ideia do produto, sem construir e registrar o protótipo;
-utilizar pessoas para testar, demonstrar ou validar a proposta;
-expor rostos, nomes, vozes, documentos ou quaisquer dados pessoais;
-encenar uma deficiência por meio de vendas, imobilizações ou adaptações corporais improvisadas;
-escolher materiais apenas pela aparência, sem explicar sua função;
-considerar como revisão apenas mudanças de cor, acabamento ou decoração que não alterem acesso, compreensão, comunicação ou participação;
-afirmar que o protótipo atende aos três perfis sem realizar e registrar separadamente o percurso técnico de cada um.

CHECKLIST OBRIGATÓRIO ANTES DO ENVIO
Antes de anexar o arquivo, confirme se o trabalho apresenta: registro do ambiente vazio ou croquis autorais; mapa dos cinco momentos do micropercurso; seis barreiras distribuídas em três ou mais categorias; seis requisitos funcionais; desenho inicial e lista de materiais; protótipo construído e fotografado sem pessoas; seis cartões fictícios; formas alternativas de seleção; prancha de comunicação; instruções equivalentes; retorno de aprendizagem; autoavaliação; percurso técnico dos três perfis; pelo menos três revisões funcionais; reflexão final de cinco a seis linhas; citações e referências conforme a ABNT; e, no máximo, 30 linhas de texto autoral. O arquivo deverá ser aberto e conferido antes do envio para assegurar que imagens, quadros, legendas e referências estejam legíveis.

​Organize a entrega na seguinte sequência:
1) Identificação da missão, tipo de local e município/UF.
2) Registro do campo e mapa do micropercurso.
3) Matriz de barreiras, priorização e requisitos funcionais.
4) Desenho do projeto, materiais e fundamentação das escolhas.
5) Evidências do protótipo final, com legendas explicativas.
6) Percurso técnico dos três perfis fictícios.
7) Quadro de revisões e reflexão final.
8) Referências organizadas conforme a ABNT.

Atenção: uma fotografia, um desenho ou a simples presença de determinado recurso não comprova acessibilidade por si só. Cada evidência deverá ser interpretada. Você deverá explicar qual ação é permitida ou impedida, qual barreira produz esse resultado, qual perfil fictício é afetado e de que maneira a decisão de projeto modifica as condições de participação. A qualidade do trabalho será demonstrada pela ligação coerente entre evidência observada → barreira diagnosticada → requisito funcional → componente construído → verificação técnica → revisão realizada.

ORIENTAÇÕES IMPORTANTES
1. Um vídeo explicativo sobre a atividade MAPA está disponível no ambiente da disciplina, para auxiliá-lo no processo de criação e desenvolvimento.
2. A atividade MAPA deve ser realizada no template (formulário padrão), disponível no ambiente da disciplina.
3. Após o envio da atividade, não serão permitidas alterações ou reenvios. Portanto, revise atentamente seu arquivo antes de enviar, pois você terá apenas uma tentativa.
4. Formatação ABNT: fonte Arial ou Times New Roman 12, espaçamento 1,5, margens 3 cm (esquerda/superior) e 2 cm (direita/inferior), texto justificado.
5. Mínimo de 30 linhas e máximo de 40 linhas (somando as três etapas).
6. Atenção: cópias de materiais sem as devidas referências e cópias de outros estudantes serão automaticamente zeradas. Toda citação ou referência, mesmo que proveniente do livro da disciplina, deve seguir as normas da ABNT.
7. Inclua, ao final, a lista de referências segundo a NBR 6023/2018.
8. Procure esclarecer suas dúvidas com antecedência, entrando em contato com a mediação, para garantir que conseguirá realizar a atividade conforme o conteúdo exigido.
9. Fique atento ao prazo de entrega! Evite deixar para enviar a atividade na última hora, pois problemas com internet, computador ou software não serão aceitos como justificativa.

Em caso de dúvidas, encaminhe uma mensagem a Professora Mediadora pelo Fale com o Mediador.

Bons estudos!

DICAS DE OURO: Assista ao conteúdo audiovisual da disciplina antes de iniciar, releia o livro didático e leia os artigos da referência desta atividade.

 

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